Monthly Archives: October 2008

Hoje não tem post!

Porque eu acordei com dor de dentes, pode? É, um canal FDP que estava quietinho e resolveu dar o ar da graça. Gente, eu não sei o que é mais trash, a dor que eu estou sentindo ou o tratamento de canal em si. Eu já venho adiando o tal canal há alguns meses. O bloco de resina rachou, mas não estava doendo, então eu resolvi adiar. Primeiro porque eu tava me separando, depois mudando de casa, depois tentando ganhar dinheiro, depois… Bem, eu ia tentar adiar até depois do carnaval, como fazem todos os brasileiros normais, mas já vi que não vai dar. E – pior! – só consegui dentista pelo plano pra quinta-feira que vem. Hein? Quinta-feira? E até lá eu faço o quê, cara-pálida? Me afogo num tonel de Novalgina? Cartas para a redação.

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E ontem foi o aniversário do namô. O primeiro que a gente passa juntos e eu quis comprar uma coisa bacana pra ele. Comprei uma camiseta da Redley, com uns dizeres na frente ensinando ‘como fazer um filme de surfe’. A cara do dito cujo, já que ele, aos 44, gosta de surfe, moto, rapel e asa delta. U-hu! Daí que a camiseta não deu. Ai que decepção. Odeio dar presente e ficar com cara de bunda porque alguma coisa saiu errado…

Pelo menos a comemoração foi boa. E privê, hahahahahaha.

Bom, por hoje é só. Bora pra analista apertar os parafusos. Fiquem direitinho.

(E não é que eu acabei fazendo o post?)

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Keka

Para quem não a conhece, apresento minha gatinha gorda, a Keka.

Ela faz gracinhas típicas de gatos, tipo essa, de se embolar em tapetes. Também tem umas manhas, como só beber água na pia do banheiro e ficar berrando pela manhã para que alguém abra a torneira um pouquinho para ela. O que invariavelmente me acorda às seis (domingos, inclusive).

Vida de gato (ou melhor, gata) aqui nessa casa é difícil, viu. A cada três meses a Keka é assediada sequissualmente pela minha cadelinha, a Samara, uma cocker spaniel horny que só ela, a qual, na falta de um macho ou de pernas disponíveis, resolve atacar a gata mesmo. A Keka foge e taca unhadas nela, mas a coisa sempre acaba em confusão, cabendo a mim resolver a pendenga.

Ultimamente, a Keka tem sofrido com um novo problema na sua vidinha obesa. A comida dela tem ficado em cima do móvel da despensa na cozinha, ao lado do microondas. Porque se ficar no baixo a cachorra vai lá e come, então o único jeito é colocar em lugar alto. E daí que agora ela já não consegue pular tão facilmente para alcançar a comida e fica no chão, berrando para alguém colocá-la no alto do móvel. Eu fico ali, dando umas palavras de incentivo pra ver se ela consegue subir sozinha (coisas do tipo ‘Vai, a mamãe tá aqui do teu lado’ – não riam, tá?).

Em geral, eu desisto, pego ela no colo e boto em frente à comidinha.

Keka, mamãe tem duas palavras que vão fazer toda a diferença na tua vida:

“Escalada in-doors pra você, djá!”

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Medinhos

Estava o Bruno a tecer reflexões sobre os medos da gente e eu achei digno comentar, até porque meu comentário resume bem meu estado de espírito, se vocês querem saber:

“na boa, desses todos o pior mesmo é o medo de pessoas feias que visitam o orkut da gente! 😛 agora se serve de consolo: a idade ameniza os medos, sério. as minhas pretensões acadêmicas eu já tô quase jogando alegremente no lixo e isso nem tá me preocupando tanto assim. chega uma época na vida que ter poucas rugas, apenas dois ou três fios de cabelo branco e um corpinho Ok vale mais do que mil entradas no Lattes, acredite”

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Não peçam explicações. Porque eu não vou dar. Fui.

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Isso deveria ser um post

Um daqueles posts de apresentação, sabe, falando de como esse blog poderá influenciar a sua vida e contribuir para tornar o seu cotidiano menos monótono blá, blá, blá, blá.

Nada disso (aqui eu gostaria de inserir um palavrão, mas meus pudores – os poucos que ainda me restam – me impedem). Eu ando cultivando a baianidade em minha vida (podem me xingar e dizer que esse estereótipo de preguiça ofende os baianos e tals) e ‘preguiça’ é a palavra de ordem por aqui. Quer dizer, ‘preguiça’ em termos, só para algumas coisas. Para vocês entenderem, deixa eu contar o que andei fazendo desde que resolvi dar cabo do meu Eu Profundo.

Tentando resumir a ópera. Descasei pela segunda vez, mudei de casa, passei uns perrengues, experimentei umas coisas novas por aí (quem pensou em drogas ilícitas errou feio, hahahaha), trabalhei igual escrava, me apaixonei e desapaixonei, me apaixonei de novo, conheci gente nova, me decepcionei com alguns, outros tornaram-se amigos de infância, comecei a namorar. Continuei namorando. Ufa. Tudo isso num espaço de menos de nove meses.

Finalmente, quando eu achava que iria ter que apelar pro meu plano B (profissionalmente falando), eis que sou aprovada em um concurso público. Para uma escola federal. Não é o salário dos meus sonhos e está longe de ser o que quero fazer para o resto da minha vida, mas for the time being, tá bom demais. Não paga todas as minhas contas, embora seja bem mais do que normalmente se paga a professores, e tem uma enorme vantagem: nenhum FDP vai poder me mandar embora. Tem plano de carreira, décimo terceiro, férias + um terço, FGTS, todas essas coisas que a classe média tanto gosta. E eu sou bem, bem classe média. Quero segurança, ainda que essa venha aliada à mediocridade. Gosto de cumprir horários, ter chefe pra me dizer o que tenho que fazer, essas coisinhas bem bobas. Não tenho o menor talento pra self-made woman. Preciso de tranquilidade e esse emprego aí parece que vai me dar um pouco.

Então, como a tempestade – ou parte dela – se acalmou, achei que podia voltar a escrever bobagens. Não esperem nada que preste disso aqui. Não tô nem aí pra conjuntura política, embora eu torça muito pelo Obama e tenha ficado de luto pela Marta (podem me tacar pedras, mas eu gosto da Marta, ouquei?). Aqui eu vou escrever abobrinhas. Vou falar da minha cachorra, das gracinhas da minha gata gorda e da minha corujice infinita pelo meu filho. Se você estiver por aí de bobeira, vou adorar trocar umas idéias. Sem polêmicas, sem encheção de saco.

Bem vindos à minha Quitanda.

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Oi, cambada!

Testannnndooo!!!

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