Um post bem ‘half mouth’…

… só pra dizer ‘oi’ pros colegas e informar que a coisa aqui nessa semana foi tri-punk. Três noites dormindo às duas da manhã e acordando às seis pra dar conta de corrigir todas as provas e trabalhos que eu inventei de dar pra graduação. A impressão que eu tenho é que as provas copulam à noite e dão filhotes, pois de manhã a pilha sempre parece estar maior… Agora, com tudo corrigido e olheiras negras arrastando-se no chão, me sinto um pouco mais aliviada.

Ontem eu quase sentei e chorei. Primeiro, tem a novela do dente. O dentista só atende em dois horários, terça pela manhã e quinta à tarde, os dois impossíveis para mim. São os dias em que eu dou aula particular, por exemplo. E sem aula particular, não tem dimdim. O resultado da equação é que eu vou ter que pagar mesmo pra fazer o tratamento, ou corro o risco de ter dor de dente no Natal.

Daí, tem outra novela, a da fonoaudióloga. Dentre os 364686 exames que eu tenho que fazer antes de tomar posse lá no cargo está uma avaliação com fono pra saber se eu não tenho distúrbios de fala. Daí toca a procurar uma fono que tenha horário disponível essa semana e que não queira fazer a tal avaliação em 200 sessões, me cobrando os olhos da cara. A coisa é simples, mas algumas inventam umas firulas que não existem. Bom, pra resumir, consegui uma em Caxias (!!!!) e outra na Tijuca. Sendo que eu moro do outro lado da (suja) baía de Guanabara. Conclui que fonoaudiologia deve ser uma profissão muito rentável, pois elas vivem ocupadas e nunca têm horário nos consultórios. Hoje eu vou ligar pra mais uma, que tem consultório aqui mesmo. Oremos.

Finalmente, quando eu pensava que ia entrar de férias no dia 15, eis que me aparece a correção do vestibular. Que vem em boa hora, diga-se de passagem, é uma graninha legal por 3 ou 4 dias de correção, mas – ai meus sais! Mais provas. Tem que ficar o dia inteiro ‘internada’ na universidade. Quando a gente sai à tardinha, com a mão doendo de tanto corrigir, lembra que – ah! verdade – é quase Natal e não se comprou nem um sabonete pra dar de presente. Tem as pessoas loucas no xóping com os bebês no colo, gente que eu tenho vontade de chicotear e mandar pra casa, como se eles fossem vendilhões do templo profanando a casa do senhor… Ai, tô dramática. Enfim, depois eu volto com algo mais decente pra postar. Hoje a gente vai ficar com esse post estilo ‘Querido diário’. E aproveitem que eu estou calma, hehehe.

Beijos!

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13 Comments

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13 responses to “Um post bem ‘half mouth’…

  1. Edu

    Que bom que sua vida tá bem fácil e tranquila (já sem trema!). 🙂 Beijo!

  2. L.

    Putz.
    Provas dando cria ninguém merece. Ainda mais quando trazem a família (do vestiba) pra visitar.
    Mas faz o seguinte: resolve o dente antes de ir na fono. Vai que a dor estorva tua pronunciação!
    Bjos, melhoras, e pensa em algo mais legalzinho do que sabonete pra dar, pelo menos pro filho… eheheh.

  3. Su

    Oi Cris, torço pra que a dor de dente melhore logo. Odeio dor, ainda mais de dente. Me tira do ar… Beijos, querida.

  4. ei, tô ajoelhada aqui, rezando pra fono dar certo.
    beijos

  5. oh, mas vocês são muito, muito fofos. quem tem amigos assim não precisa de mais nada, né? hoje eu tô feliz, criançada. tá solzão lá fora, o namô não tá voando e periga eu retomar a minha (combalida) vida social. de repente, até a vida sequissual eu retomo, hahahahahaha.

    queridos, eu não estou com dor de dentes. não ainda. tô ligando pra dentista agora, nesse momento. pra fono eu ligo depois, já que a avaliação da junta médica (nossa, que coisa solene!) é só semana que vem. ju, aproveita e ajoelha logo no milho que é pra tudo dar certinho, hahahahaha, tadinha… beijos mil!

  6. arthur

    Cada vez mais odeio provas, odeio fazer, odeio corrigir, odeio ministrar, odeio criar. A fono é o último exame que falta?

  7. é sim, thur. a fono é a última. yupiiii!!

    quanto às provas, dependendo do estilo, eu também não gosto de corrigir.provas objetivas são mais difíceis de elaborar (pois são mais óbvias), mas também são mais fáceis de corrigir depois. já as dissertativas – essas que me enlouqueceram esse semestre – são mais simples de elaborar, mas na hora da correção você pena. foi o que aconteceu comigo. fora os dois fichamentos e os dois trabalhos que eu dei em sala. juntando tudo, eu tive que ler muito, mas muito mesmo – e ler muita bobagem, o que é pior. avaliar pra mim é um horror, porque eu sempre me qustiono se fui justa ou não. como nunca vou ter uma resposta cabal e definitiva, acabo me conformando. beijocas!

  8. isso ‘judeia’ de quem te ama, pisa e chicoteia logo, depois joga na parede e chama de lagartixa sem joelho. rs
    beijos

  9. Teve um tempo que o marido corrigia as provas de História do vestibular, e eu ajudava corrigindo o português. Cruzes, que pesadelo.

  10. Taís

    Calminha, Cris. Já tá acabando. Conta até 10 e respira fundo!
    Esses exames que eles exigem para tomar posse sãoum absurdo. Como se as pessoas tivessem todo o tempo do mundo.
    Beijinhos

  11. ju, lindona, as tuas orações ajoelhadinha no milho deram certo, viu. amanhã cedo tem fono e sábado tem dentista pra tratar do – ui! – canal. love ya! bjs

  12. PD

    Cheguei aqui por indicação doReflexões Teatinas. Vim, vi e perdi a noção do tempo lendo seu blog. Gostei demais. Não sei se fico alegre ou triste por descobrir que jogamos no mesmo time (não, não é o Sacanagem Futebol Clube; me refiro ao fato de sermos, ambos, professores universitários, com tudo que de bom e de ruim isso significa).

    Ah! Já incorporei o “half mouth” ao meu vocabulário.

    🙂

  13. eita, eu ainda sei rezar… kkk
    beijos

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