Monthly Archives: February 2009

Tudo o que eu sempre quis falar sobre ‘selos’…

… (sim, os in-su-por-tá-veis ‘selinhos’) e nunca tive competência para. Está aqui. Salve!

Esse homem merece um beijo na boca – entre outras coisas – por esse texto tão bom.

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Obras de arte

marisa-tomei

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Eu amo vestidos. Tenho vários, mas não tantos quanto gostaria. Vestidos são fresquinhos, soltos e femininos. Definitivamente, minha idéia de conforto, tanto que de novembro até final de março – quando o calor faz você implorar por clemência no Rio – eu aposento calças compridas e jeans e só uso vestidinhos. De modo que preciso ter um bom número deles.

Mas esse post não é sobre meus pobres vestidinhos de verão. É sobre esse aí da foto. Vestido esse que ilustra todos os sites especializados em premiações do Oscar e moda. Eu pouco entendo de arte, mesmo tendo um irmão que é pintor e – vejam vocês que chiqueza – faz um doutorado em semiótica. E pouco entendo de moda também, então nada tenho de novo a acrescentar ao que já foi dito, apenas que esse vestido para mim merecia figurar numa galeria. Ele é absolutamente lindo, sem ser óbvio – o que já é muito difícil em vestidos de festa, os quais, em geral, apelam para as saias bufantes e os tules. Não que eu tenha nada contra tules e vestidos de princesa – que fique claro. Mas vamos combinar que é preciso ser um artista pra moldar algo tão interessante e sinuoso, com poucas informações. É uma pena eu não ter visto a cerimônia, pois ele deve ficar maravilhoso em movimento.

Então, de repente, a Marisa Tomei, que nunca teve a mínima significância para mim, passou a ter um status de diva. Ela era no máximo simpática e passou a ser a mulher que vestiu o vestido mais belo da noite. Alguém que conseguiu se destacar numa multidão de mulheres lindas. Marisa Tomei, bem vinda ao meu mundo.
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Tem mais Marisa aqui.

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Pequeno léxico carnavalesco

Feirinha da Benedito Calixto * blusa de bolinhas * baião de dois * narguilé * quarteto * Guarulhos * amigos chegando da terra da Rainha * bar do Biu * Cadbury’s * Heineken * Pizza Hut * calor, calor, calor * empanadas * Vila Madalena * amigos partindo pra terra do Gruyère *

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  • O meu carnaval foi completamente diferente do esperado. Aliás, onde eu estava nem dava pra saber que havia carnaval em alguma parte do globo terrestre. Alô, alô: quem não suporta a batida de um tamborim, ficadica: fuja pra São Paulo. O lugar mais anticarnavalesco ever.
  • Uma breve reflexão que eu fiz por esses dias. Eu não gosto de discussão. Nenhuma discussão. Às vezes até rola de eu participar de uma, mas é só pra constatar o óbvio: eu não tenho estrutura pra isso. Fica um bode terrível depois que passa e me dá uma vontade de chorar que me faz sempre prometer que será a última vez. Eu acho tudo muito inútil, um desgaste para se chegar a lugar nenhum. Só me presto a esse papel raríssimas vezes, com pessoas que eu considero como sendo da minha família. Por exemplo, alguns dos meus amigos paulistas. De resto, eu abro mão de ter razão. Sempre. Não me interessa, não quero. Já me basta ter que argumentar com meus pares – academicamente falando. No mais, eu arranquei a folha do dicionário onde estava escrito “polêmica” e queimei bem felizinha.
  • Agora de volta a tese. Uma semana (justificada) de ócio e procastinação. Tronco, aqui vou eu.

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Teoria da conspiração

Há algo de muito errado no mundo (ou nas indústrias de confecção) quando eu consigo comprar uma calcinha P e um vestido PP e entrar neles. Detalhe: sem que eles me apertem.

Sei não, sei não. Tá tudo muito desmudado ultimamente…

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Sessão ‘Querido diário’

Querido diarinho:

Finalmente essa semana eu consegui dar uma ajeitada na minha vida e fui ao supermercado comprar comida de gente pra comer. Me senti tão feliz! Eu realmente me sinto bem quando fico uma pessoa mais saudável. Aquela vida de comer mingau de farinha láctea à meia noite e roubar os biscoitos de vaquinha do Guilherme já estava me dando nos nervos. Sem tempo pra correr na praia, eu já estava prevendo onde esse caminho iria me levar. Pra um spa, né? Cercada de gordinhos felizes e devoradores de alface.

Então comprei várias frutinhas, queijo cottage, pão integral e peito de peru defumado pra fazer sanduichinhos menos engordantes. Mas também não resisti e acabei comprando uns danoninhos, que ninguém é de ferro. Tempo aqui tem sido mercadoria escassa e, consequentemente, meu tempo pra cozinhar foi reduzido quase que em dois terços. Ontem, por exemplo, eu tive que almoçar um miojão, pois foi o que deu pra fazer.

Terça-feira consegui terminar um capítulo de 60 páginas e mandei, às nove horas da noite, pras orientadoras. Daí tomei um banho e – com as costas doendo mesmo – fui pro cinema ver ‘O Leitor’. Concordo com a maioria das coisas que li por aí; o filme tem problemas de roteiro e a Kate Winslet dá banho no elenco inteiro. Mas, cara, dizer que há algo de ‘pedofilia’ na história é delirar na passarela. Sabe, às vezes eu acho que as pessoas surtaram. Sem querer entrar no mérito da questão, quem foi que disse que o único critério pra se definir pedofilia é a idade dos participantes? Moralismo demais tem limites.

Bom, tirando isso, consegui finalmente cortar os cabelos e parar de me sentir o clone do RC. Ontem foi dia de embelezamento geral por aqui. Eu cortei as madeixas e as minhas duas meninas peludas tomaram banho e fizeram uma ‘meia tosa’ nas partes íntimas (a menina que lava as duas veio em casa, pois, agora que eu voltei do mundo dos mortos-vivos com sub emprego, já dá pra pagar).

Que mais? Ah, sim. É carnaval, né, minha gente? Esse ano vou deixar de ir ao desfile do Cordão do Bola Preta que acontece no sábado porque estarei em São Paulo no final de semana. Vou me despedir de dois amigos que partem de viagem e, ao mesmo tempo, recepcionar outros dois que chegam ao Brasil. O encontro promete.

Bom, como o frango com alface do almoço já deve estar em estágio avançado de digestão, devo voltar para a minha atividade intelectual, mais conhecida como ‘tronco’. Não, eu não mudei meu nome pra ‘Isaura’. Ainda.

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Upideite: sobre a questão do sexo consentido entre um adulto e alguém bem mais jovem, eu recomendo esse post aqui do Marcus. Com o qual eu concordo muito. A situação é semelhante à de ‘O Leitor’, com o ‘agravante’ de que em ‘Notas sobre um escândalo’, a mulher era a professora do adolescente. Mas a argumentação vai direto ao ponto que eu acho necessário discutir e para o qual eu não terei tempo. Quem sabe um dia.

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Ai, Jesus!!

Gente, com um Jesus desses até eu faria uma forcinha pra rever as minhas convicções religiosas.

[Aê, tiazona, se achar que vai ser muito trabalho, que vai ficar cansadinha, me chama pra ajudar, ok? Beijo, fui!]

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Mais um blog para reforçar as minhas leituras de ‘hora do recreio’. Impagável.

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Serviço de (in)utilidade pública

Está passando por maus bocados com a (infeliz) reforma ortográfica? É, aquela que foi feita só pra nos f* a vida?

Então, amigo. Seus problemas acabaram!!!!

Você entra nesse site aqui, digita uma frase qualquer e, em troca, recebe a dita cuja de volta já adaptada às novas regras. E, o que é melhor: sem precisar gastar dinheiro nenhum com manuais.

Quer ver um exemplo?
“As conseqüências do anti-semitismo são desastrosas, uma infeliz idéia”
Resposta do site:
“As consequencias do antissemitismo são desastrosas, uma infeliz ideia”.

Horroroso, né? [Tomara que aconteça com a reforma o que acontece a algumas leis: simplesmente seja ignorada. Desejo pueril, eu sei. Mas sonhar nada custa. Por enquanto.]

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