“Vou pra Porto Alegre, tchau!”

Nesse feriado eu e Guilherme vamos fazer uma viagem juntos. Há tempos isso não acontece. A última vez foi em 2007, quando fomos pro Chile. Eu ainda estava casada. Dessa vez é diferente; vamos só nós dois. Achei engraçado que, quando disse a ele que iria voltar à Porto Alegre para visitar a visitar a loura dos pampas e sua trupe, ele logo se animou. Mesmo deixando a namorada aqui por quatro longos dias e vocês sabem que, aos dezoito anos, qualquer separação é vivida com uma carga pra lá de dramática. Então, quando ele anunciou que iria comigo, eu achei engraçado, mas gostei. Gostei que ele ainda ache legal viajarmos juntos. E tenho gostado mais ainda por estarmos cada dia mais próximos. É algo que eu nunca imaginaria que pudesse acontecer.

Pois bem, assim lá vamos nós para POA passear na Redenção, visitar o brique, ir ao Beira Rio (e, se tiver jogo do Colorado, Guilherme certamente enlouquecerá) e comer nos melhores restaurantes vegê que eu já tive o prazer de ir. Sim, queridos, porque eu não vou à POA pra comer churrasco, nunquinha. O melhor de tudo vai ser o frio, claro, a estrela principal. Quero frio com direito à bota e casaco, faizfavor. Quero vento geladinho na cara e cachecol amarrado no pescoço.

Mas, como nenhuma felicidade é perfeita estou levando o note. Vou ficar de castigo duas horas por dia pra poder escrever. Oh, yeah, a tese. A que nunca termina. Estou no capítulo de análise e meu tesão está perto de zero na escala Richter. Tão animada e saltitante quanto uma gata ao sol. Simplesmente não consigo terminar, não consigo. Tenho trabalhado de maneira insana e a casa me ocupa muito. Culpa da minha mãe que fez de mim uma neurótica. Eu devia mandar a conta da analista pra ela pagar.

Bom, então é isso. Talvez eu fique uns dias sem aparecer (como se eu estivesse aparecendo muito). Amanhã eu trabalho em regime de quase plantão, feito médica, de oito e meia da manhã às nove e meia da noite e não terei tempo nem de piscar. Detalhe: vou arrumar a mala amanhã à noite, na volta do trabalho e nosso voo é na quinta, às seis da manhã. Desorganizada, eu? Imagina. É que eu acho que na vida quanto mais adrenalina melhor.

Tchau, procês. Na volta, postarei fotinhas, como boa exibida que sou. Bah, vai ser tri-legal.

poa-014

POA, 2007. Saudadinha.

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8 Comments

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8 responses to ““Vou pra Porto Alegre, tchau!”

  1. óia dona crisolda, tu não te faça de desentida, eu já disse milis vezes que tá calô. não é calô de salvadô, mas bota? coisa enrolada no pescoço? vento em nuca? nem pense.
    nem pense, mesmo.
    é cada um que me aparece.
    *
    *
    tem café da manhã pronto já, pra amanhã. com bolo e requeijão e provolone fundido e torrada.
    que eu não tô aí pra perder tempo.
    boa viagem, gatona.
    qualquer coisa é só (não) ligar.

  2. Arthur

    Mas para Cris, abaixo de 25 já é absurdamente frio.

  3. monica

    Ótima viagem e friaca pros dois!
    Beijos,
    Mônica

  4. Menina, frio é em Curitiba. Porto Alegre é quente pra cacete. Já saí daqui de manhã com dois graus e cheguei lá toda encasacada com 22 graus.

  5. eu não quero nem saber se o pato é macho. eu quero é ovo, ou melhor, frio. vocês que são do sul tratem de fazer mandinga pra ele aparecer. quero andar de cachecol, sim senhoras. 😛

  6. Battle

    ai, tumem quero. Afofa bastante essas gentes, por mim? Gradecida.

  7. Luis

    E eu já sái de POA com 0ºC e cheguei em Curitiba com 20ºC.

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