Monthly Archives: September 2009

Insônia

Acordei às 4 e meia da manhã. Com frio e sonhos esquisitos. Daí pra pular da cama e vir pra cá não demorou muito. Fiquei pensando. Uma coisa que eu não disse ontem é que, nesse universo bloguístico, se eu me incluo entre os bagrinhos, tem gente que pra mim é hors concours e já transcendeu. E eu acho incrível que num universo tão vasto eles consigam fazer algo que seja tão pessoal.

É assim com o Alex, com o Marcus, a Mary, a Fal. É assim com as meninas do Filhas do Dono [que fazem uma espécie de clipping misturado a outras coisas que eu adoro]. Era assim com a Tina Lopes e o Biscoito Fino do Idelber, antes que eles decidissem dar adeus às armas, isto é, à blogosfera.

É o caso dessa moça também, minha amiga, com quem eu travei essa conversa aqui. Ela escreve as coisas mais sensíveis e lindas e tocantes do mundo. Coisas que enternecem o coração, sabem. Como essa:

Você pode trepar, transar e fazer amor. As duas primeiras requerem apenas conhecimento técnico. Mas a terceira requer algo mais.
Fazer amor é, antes de tudo, conhecer. O jeito de acender o cigarro, a maneira de inclinar a cabeça quando pensa. Os olhos ficam ligeiramente avermelhados quando bate o tesão? Se entrefecham? Há urgência nas mãos? Sim, há de se reparar em todos os detalhes.
Na hora, não se deve pensar muito. É instintivo. Mas também é a maneira de abraçar que faz o coração bater loucamente, sentindo que o desejo cresce e força passagem. As pernas não deixam, prendem o que quer se libertar. Tateia, tenta escapar, encontrar a saída por onde tanto deseja entrar.
Arquear as ancas (sabe o que são as ancas? A parte mais escandalosa, a que mostra à platéia se você está agradando). Passear as mãos pelo corpo, como se procurasse algo, mas feliz por apenas escorregar na pele lisa, sedosa, que se arrepia ao menor toque, seja ele agressivo ou diáfano. E então começa a luta, de uma violência que parece mostrar que ali não há amor, quando amor é o que mais há. “Por favor, não faz isso.” Amante é tradutor universal. Isso quer dizer “Vem, eu preciso tanto de você.”

Gostou? Então termine de ler aqui. E aproveite pra dar um rolé no blog todo. A Suzana é pho-da.

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Mais um

Mais um post da série “mau humor bombando”.

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Decidi fazer outro perfil no Twitter. Na verdade, resolvi isso hoje, agora há pouco. O Twitter seria um lugar legal pra gente falar mal do mundo e das pessoas chatas que nos perseguem, não fosse pelo fato de que muitas dessas pessoas chatas agora estão lá. São nossas ‘seguidoras’. Alunos, primos, gente do trabalho, aquele irmão do amigo do teu ex-marido que adora te cantar, não falta nenhum. O meu Twitter é fechado e tem sete solicitações pendentes de gente querendo ‘me seguir’ [pra quê? eu não falo nada que preste, hahahaha!]. Tem umas duas semanas que eu não escrevo uma linha sequer lá, nem leio as coisas que meus amigos escrevem porque baixou um espírito brocha aqui que não quer me abandonar.

Então, resolvi que vou abrir aquela bagaça e fazer outro perfil, onde eu vou poder ‘vomitar’ meu mau humor com gente que me entende.

Na boa, eu prefiro isso a ter que fazer um perfil anônimo com um pseudônimo do tipo “Flor do Campo” ou “Goshtosa de Niterói” [não que eu não seja gostosa, mas, né?]. Como diria a Su, isso é muita chinelagem, ou, traduzindo em dialeto carioquês: é muito brega!

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A Mary W. tá certa. A diversão tá no Twitter. Aqui, a única vantagem é poder postar coisas com mais de 140 caracteres. Agora você me diga: que importância isso tem? De poder digitar mais de 140 caracteres? Tudo o que podia ser dito e que tem alguma relevância no mundo, efetivamente, já foi. Isso que eu faço aqui é reverberar outros textos, emular opiniões. Não se enganem. Ineditismo mesmo só na minha tese de doutorado. Que é pra ser lida por especialistas, a rigor uma raça de gente chata e pedante. Um número ínfimo de gente. O fato é que nada do que eu diga aqui faz a menor diferença. A internet está cheia de gente que mal consegue escrever duas frases sem assassinar o português [se você não entende essa crítica, volte duas casas atrás. Porque aqui eu me refiro ao fato de se poder ser ‘poliglota’ na sua própria língua]. Gente que cita escritores pra lá de conhecidos como se estivesse disseminando a última novidade editorial do planeta.  Mas que acha que tem ‘coisas’ a dizer. Que acha que está fazendo muita diferença. Tudo bem. Ser democrático é isso aí.

Eu não acho que faço diferença alguma. Por isso mesmo escolhi escrever besteiras. Que de vez em quando até fazem algum sentido para mim. Nesse sentido, o blogue é mais um exercício de ‘umbiguismo’ meu. Não se enganem. O futuro está no Twitter e nos seus 140 caracteres.

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A internet morreu, gente. Viva a internet.

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Bombando

be aware

Eu não sei o que é. Inferno astral [afinal, o aniversário está na porta], têpêeme, tédio, tudo junto batido no liquidificador, mas o fato é que estou insuportável. Vou mandar pendurar uma plaquinha daquelas usadas em casas com cachorro bravo pra manter os incautos bem longe.

Ontem foi um festival de pitis e o resultado final é que hoje amanheci com dor de cabeça. Algo que quase nunca me acomete. Minha vontade é deitar na penumbra, sozinha, com uma música suave de fundo e ficar cantarolando baixinho até a crise passar. De preferência com alguém me abanando [o calor aqui está tão insuportável quanto eu – e eu detesto ar-condicionado]. Alguém que não diga uma palavra, que fique bem claro.

Sonho de consumo inatingível quando se tem uma prova pra elaborar, um pré-projeto de disciplina para o mestrado para entregar [detalhe: me entregaram o papel há uma semana, o prazo encerra na quarta e eu não escrevi uma linha, mas tive um debate online super-proveitoso com ela, hahahahaha] e dez aulas pra dar amanhã.

Ok, já destilei todo o meu mau-humor aqui. Agora vou ali procurar alguém que me dê colo. Fui.

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Se eu fosse chocólatra seria bem mais fácil. Entraria na C*acau Show e faria a festa. Mas eu como chocolate uma vez na vida outra na morte. Até nisso eu tô em desvantagem, ai ai.

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Uma droga que meus amigos, em sua maioria, morem tão longe. Hoje, se pudesse, eu queria sair com ele. Ou com a alemoa. Só pra ouvir os dois me esculacharem. Eu ia amar.

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Odeio rom-coms; amo “Harry e Sally”

Eles formaram o casal mais improvável do cinema. Ela gostava de sapateado e saladas sem molho, usava calcinhas com os dias da semana e reclamava que seus namorados nunca a jogavam no chão da cozinha para fazerem sexo. (“Nem uma única vez. Deve ser esse piso frio e duro de cerâmica mexicana.”). Ele amava baseball, cuspia carocinhos de uva nas janelas (fechadas) dos carros, queria pegar todas as mulheres que encontrava e uma vez até fez uma delas miar de prazer. Então, por que Harry e Sally é a melhor comédia romântica já feita?

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Eu não sei responder essa pergunta. Só sei o que sei: que acho rom-coms* chatas, mas “Harry e Sally” figura no topo da lista dos meus filmes favoritos. Quando penso num filmeco do tipo “PS: I love you” vejo que não há nem por onde se começar uma comparação decente. Uma comparação requer que haja um mínimo de equivalência entre os objetos comparados. No caso desses dois que tomei como exemplo, a distância é sideral. “PS” é um filminho chato e babão. Eu tive vontade de ir embora várias vezes durante a minha ida ao cinema pra vê-lo e só aguentei firme porque sabia que, um dia, estaria aqui escrevendo esse texto e malhando aquela porcaria. Só isso me fez aturá-lo.

No entanto, eu estaria sendo injusta se malhasse apenas e tão somente esse exemplar de comédia romântica. As outras de que consigo me lembrar também são igualmente insuportáveis [“Mensagem pra você” e “Sleepless em Seattle“, apenas para ficar com dois filmes da mesma Meg Ryan, o que prova que um raio não cai no mesmo lugar duas vezes…]. O que eu gosto em “Harry e Sally”, o que me fez ver o filme várias vezes e preparar aulas com passagens dele [uma vez eu dei aula de fonética com uma transcrição de uma das cenas; meus alunos adoraram] é o fato de achá-lo muito mais ‘amargo-doce’ do que os outros filmes do mesmo gênero. É como se quem narrasse a história nos lembrasse o tempo todo: “você pode até querer um amor, mas depois não reclame.”

A trilha sonora que costura o filme é tão deliciosa quanto o filme em si. Isso sem contar a atmosfera oitentista e a famosa cena do orgasmo falso na cafeteria, o que já valeria a minha devoção. Rob Reiner, diretor do filme, e Nora Ephron, roteirista [tenho um livro engraçadíssimo dela: “Meu pescoço é um horror”], contam que os personagens foram inspirados neles mesmos e na ideia de que sexo pode ‘estragar’ uma relação de amizade ente um homem e uma mulher. Pode-se objetar horrores em relação a isso; pode-se dizer que o filme aposta numa visão ‘caricatural’ de homens e mulheres mas nada disso – nada – tira em absoluto a graça e o tempero do filme, o qual, na minha opinião, manteve-se saudável e atual mesmo completando vinte anos de lançamento.

Eu já fiz um post aqui sobre como era a minha vida em 1989 – em linhas gerais – ano de lançamento de “Harry e Sally”. Naquela época, eu nem dei atenção a ele porque, afinal, pegava mal achar um filme com essa temática digno de ser assistido. Quem possuía pretensões ‘intelectuais’ ia ver os filmes espanhóis e franceses dos festivais que a UFF promovia, conversava sobre Win Wenders e Fassbinder e achava o máximo sentar e discutir coisas como “Vá e veja” [esse eu vi com um namorado. Achei um saco, chato e tive a mesma vontade de sair correndo do cinema, mas aguentei firme porque estava interessada no gatinho…].

O texto do Times diz que “Harry e Sally” evoca as primeiras comédias românticas, um gênero surgido na década de 30 e que teve seu auge na década seguinte, com os filmes de Cary Grant e Katherine Hepburn. Eu admito que tenho uma cultura deficitária quando se trata de filmes mais antigos; portanto, não posso opinar sobre a propriedade dessa afirmação. Não dá pra dizer se “Harry e Sally” é melhor ou nem chega perto dos filmes produzidos naquela época. O que eu acho sinceramente é que ele possui méritos próprios, é único em vários aspectos [adoro as cenas intermediárias, onde os casais velhinhos contam como se apaixonaram] e adorável como um todo. Talvez você não consiga encontrar “Harry e Sally” em nenhuma locadora, o que é uma pena. Mas, se você topar com ele, não o deixe escapar. Eu posso garantir que, como eu, você também vai achar que, chamar esse filme de ‘comédia romântica’, é não fazer jus a nenhuma das suas qualidades.

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Para não ser injusta, preciso confessar que também gosto dos filminhos açucarados do Hugh Grant. Adoro a canastrice dele e tudo o que vem no pacote.

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Tem uma ótima resenha em português sobre “Harry e Sally” aqui.

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Para quem não sabe, *rom-com é a maneira abreviada de se dizer ‘romantic comedy’ em inglês.

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Aqui o trailer, em inglês e sem legendas, infelizmente:

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Andorinhas

Todo mundo conhece a Nana Moraes como a fotógrafa das celebridades. Mas, lendo o jornal há alguns meses atrás, descobri que ela conduziu um projeto fotográfico muito legal sobre as prostitutas da Via Dutra. O projeto acabou virando uma exposição e um livro, no qual Nana descreve o cotidiano dessas mulheres nos seus múltiplos aspectos: com seus maridos, famílias, em suas casas e nos motéis preferidos por elas. Nana relata a dificuldade em se aproximar das prostitutas, do como são desconfiadas e fechadas. Mas ela também conta que muitas vezes se emocionou com os relatos ouvidos.

Pois bem. Conversando outro dia sobre prostitutas com um amigo fotógrafo, lembrei-me de procurar online alguma notícia sobre esse projeto da Nana e eis que me surpreendo com um dado. Parece que a fotógrafa encontrou [ou está encontrando, não dá pra saber, pois o site não traz datas] dificuldades para conseguir patrocínio para lançar o livro, que tem o poético nome de “Andorinhas da Dutra”. De fato, procurei o livro pela internet e não o encontrei – o que me leva à conclusão de que ele não foi lançado ainda.

Sobre a dificuldade de patrocínio, diz Nana:

O livro está pronto há um ano, mas não encontro quem o patrocine. Nunca recebi tanto ‘não’ em minha vida. Há pessoas que até se recusam as ver as fotos quando falo qual é o assunto. É impressionante o preconceito que ainda existe.

Agora fica a pergunta: por que será que um livro como o da Bruna Surfistinha, por exemplo, encontra acolhimento na mídia enquanto esse – cujas fotos são lindas – recebe apenas recusas? Bruna virou celebridade, seu livro virou filme, não há problemas em se falar do assunto na mesa de jantar da classe média. Mas as prostitutas da Dutra devem continuar invisíveis. Não vou fazer aqui uma crítica sobre a qualidade [ou a falta de] do livro da Surfistinha. Mas acho que esse episódio aponta para certas coisas. Tudo bem mostrar uma prostituta se ela for loura, alta, magra e com cara de menina da zona sul. Outra coisa bem diferente é retratar uma realidade que fica bem longe disso. Tudo bem se houver ‘maquiagem’, se a vida receber um tratamento para ficar mais ‘palatável’. A presença da Bruna Surfistinha na mídia serve a alguns propósitos aos quais as ‘meninas’ da Dutra não se enquadrariam.

Pode ser um raciocínio simplista esse meu. Talvez haja mais coisas aí e eu não consiga ver ainda. Mas não consigo deixar de pensar que esse é um ótimo ponto de partida para se refletir sobre o assunto.

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Porque tá chovendo…

… e eu tô morrendo de ódio de uma coordenadora lá da U*FF [eu conto o milagre e – quase – digo o nome da santa]. Sabe gentinha que tem um carguinho de m* e acha que tá podendo? Então.

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Aí dá vontade de chegar lá e perguntar com a mãozinha na cintura: “Qualé, fia? Tu é doutora? Eu também sou. Tu é funcionária do Lula? Eu também sou. Tu tem Lattes? Eu também tenho. Então vai te catá.” Aff.

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Mas deixa pra lá. Não vou gastar um centavo em cremes anti-rugas por conta de uma ba…, quer dizer, de uma senhora tão irritante. Vou ouvir musiquinha bonita pra me acalmar [adoro o Ira! a-do-ro!], jogar uma maquiagem na cara, subir no salto e vou lá enfrentar a piriguete. Porque aqui eu faço a minha catarse, mas quem vai lá é a Cris; uma moça phyna, que fala baixinho e que nunca vai deixar que ninguém faça ela de besta. Pois sim.

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Me belisquem

Eu ainda não me acostumei com uma vida em que as maiores preocupações são [não necessariamente nessa ordem]:

1. Decidir onde vou comemorar meu aniversário [aqui no Rio, nem pensei onde será. Mas dia 9 de outubro viajo pra São Paulo pra encontrar a ruiva, a loura , mais ele, meu amado, querido e agora ‘equipado’ amigo. Ele jura que a maleta de maquiagem dele vai me fazer surtar. Esperemos. A programação na Terra do Nunca inclui um tour pelos barzinhos mais undergroundi da Augusta. Se alguém se animar…]

2. Decidir o que vou ver no Festival de Cinema do Rio. Em geral, essa é uma questão que se resolve sozinha, porque os horários e locais de exibição de alguns filmes torna a tarefa de vê-los praticamente impossível. Ano passado eu saí de casa no meu aniversário – para aquela que seria a única comemoração programada, tendo em vista meu estado de espírito – para ver Wittgenstein, filme do Derek Jarman, lançado na década de 90. Nem me preocupei em comprar ingressos antes. “Quem vai querer ver um filme sobre um filósofo que só interessa a alguns na cadimia?” Aí é que está, caros amigos. Todo mundo quis. E eu cheguei no Estação Botafogo e dei de cara com as sessões lotadas, até mesmo a que aconteceria às 11 da noite. Ou seja, Wittgenstein é um filósofo cult, tenderam? Isso é só para dizer que as vezes as questões fogem das nossas mãos e nós não precisamos nos dar ao trabalho de resolvê-las. Naquele dia, eu acabei indo a outro cinema e vendo Shortbus, o que também foi muito legal.

Esse ano, porém, eu queria realmente poder escolher alguns filmes, mas estou em dúvida entre vários possíveis. Tudo são apostas. Tem um chamado “O dia da transa”, por exemplo, o qual eu acho que deve ser, no mínimo, engraçado. No site do festival, a sinopse diz o seguinte:

Ben tem um emprego fixo, leva uma vida tranquila ao lado da esposa e prepara-se para construir uma família. Andrew, seu antigo colega de faculdade, tornou-se um artista de rua que viaja pelo mundo. Um dia Andrew aparece no meio da noite e propõe a Ben uma volta aos velhos tempos de folia, arrastando-o para uma festa regada a álcool, drogas e sexo. Quando surge o assunto de um concurso pornô, os dois amigos se desafiam mutuamente a participar. Juntos, decidem que o filme mais audacioso que poderiam fazer seria se transassem um com o outro diante da câmera.


Achei a proposta ótima, resta saber se a execução está à altura. Tem alguns filmes também na mostra sobre a Turquia que me interessam, além da mostra Mundo Gay. Nessa, estou de olho principalmente nos documentários. Um deles – “Fúria” – fala sobre políticos gays americanos que se engajam em campanhas contra a comunidade LGBT. Outro mostra a vida de Harvey Milk. Alguém mais sugere alguma coisa?

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Existem outras coisas acontecendo também, mas essas são tão pequenas que nem vale a pena mencioná-las. Por exemplo, só de curiosidade, outro dia, entrei num site do governo da Áustria, onde, segundo a CAPES, estão abertas as inscrições para o programa de bolsas de pós-doc daquele país. Fiquei lá navegando um bom tempo, vendo os formulários e documentos necessários, e saí rapidíssimo, antes de cometer a besteira de querer mandar alguma coisa. Por que as pessoas têm tanta dificuldade em experimentar a liberdade, a começar por mim mesma, hein? Pausa pra reflexão.

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