Monthly Archives: February 2010

3 homens

Com quem eu ando me engraçando ultimamente:

* Ricardo Piglia

* Paul Auster

* Bukowski

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Essa lista dá um caldo, né não? Agora só falta acrescentar o John Fante, indicação da Tina.

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Por enquanto ainda não apareceu nenhuma mulher pra me seduzir, mas estamos abertas a propostas.

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Da penteadeira da vovó

Aproveitando que hoje saí mais cedo da REPON…, ops! reunião de trabalho, fui dar um rolé no meu lugar favorito na cidade do Ridejanêro: o Centro. Se me perguntarem o que gosto mais ali, não saberei responder. Sou apaixonada por aquele pedaço da cidade, desde o Arco do Teles, até o CCBB, passando pelas ruazinhas estreitas, ali entre as Av. 7 de Setembro e a Rio Branco. É um quadrilátero precioso, onde a gente ainda encontra ecos de outros tempos. É ali, na esquina da Miguel Couto com a rua Buenos Aires, por exemplo, que fica a charmosa Chapelaria Alberto, um lugar onde tenho vontade de passar a tarde inteira [juro que quando ficar velhinha e excêntrica só andarei de chapéu. E danem-se os que não gostarem]. Das confeitarias famosas – leiam-se Colombo e a Cavé – nem é preciso falar. É chegar lá e rezar pra encontrar mesa. Indo mais em direção à Praça XV, a gente chega na 1º de Março, rua do imponente CCBB, das igrejas históricas e dela, a perfumaria mais linda do Rio, posso falar sem medo de errar. A Granado é, antes de tudo, uma viagem no tempo. Um tempo em que as mulheres tinham ‘toucador’ e ‘penteadeira’.

Em cada produto que a gente manuseia existe aquele ‘ar’ de coisa antiga, as embalagens evocam imagens de um passado que faz a gente suspirar. É tudo cheiroso, bem cuidado, dá vontade de levar todos os produtos e – se dinheiro eu tivesse – seria exatamente o que eu faria. Como isso não vai acontecer nunca – eu virar uma mulher endinheirada – me contentei em trazer dois sabonetes com cara de antiguinhos [um de benjoim e o outro de algo que penso ser lavanda] e uma manteiga emoliente pros meus pobres pezinhos ressecados de tanto usar sandália e chinelo no verão interminável que assola essa cidade.

Não bastasse a loja ser linda, os produtos serem maravilhosos e você não precisar vender um rim e um fígado pra comprar lá, eles ainda presenteiam seus clientes com amostrinhas fofas do perfume Isabela Capeto! Pra quem não é do Rio e estiver visitando a cidade, vale a pena agendar uma tarde pra conhecer a Granado. E pra quem é local e ainda acha que Granado é apenas sinônimo de polvilho antisséptico… tsc, tsc, tsc, como você pode ser tão antiquado?

🙂

Granado de ontem...

Granado de hoje

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Foliã

Minnie por um dia: coisas que só um real faz por você...

Tic tac, tic tac, tic tac...

Que ruga é essa que apareceu aqui, gente???

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Terça-feira de carnaval no Espírito Santa, um lugar lindo, habitado por miquinhos, onde eu me entupi de uma comida deliciosa [‘Arroz de puta rica‘, uma iguaria de Goiás] e comi torta de chocolate com cupuaçu. Pra morrer de tão bom.

Upideite: Morrer gorda, diga-se de passagem. Gorda E feliz. Unf.

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É véio, mas eu gosto

Poema velhíssimo da antropóloga Viviane Mosé. Ouvi essa semana, num CD caseiro com poemas do CEP20000.

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acho que a vida anda passando a mão em mim.

a vida anda passando a mão em mim.

acho que a vida anda passando.

a vida anda passando.

acho que a vida anda.

a vida anda em mim.

acho que há vida em mim.

a vida em mim anda passando.

acho que a vida anda passando a mão em mim

e por falar em sexo quem anda me comendo

é o tempo

na verdade faz tempo mas eu escondia

porque ele me pegava à força e por trás

um dia resolvi encará-lo de frente e disse: tempo

se você tem que me comer

que seja com o meu consentimento

e me olhando nos olhos

acho que ganhei o tempo

de lá pra cá ele tem sido bom comigo

dizem que ando até remoçando

Viviane Mosé

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Então, né?

As férias. Acabaram, praticamente. Eu não posso reclamar. Estou de férias desde dezembro e terei mais 15 dias em julho. 3 meses de férias por ano. Não é pra qualquer um.

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Esse parágrafo introdutório foi só pra me consolar pelo fato de que semana que vem eu volto ao trabalho para dois dias de reunião. Ainda não são as aulas. Aulas só no começo de março. Esse ano vou trabalhar em outra unidade – num lugar tão quente quanto o anterior, mas dessa vez sem favelas nem tiroteios na porta, espero. Um lugar com um piscinão [olímpico?] e quadras e salas enormes. Tudo lá é grande demais. E feio. Mas não tem tiroteio, acho. Dimodos que tá bom demais.

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Não fiz muita coisa nessas férias. Li alguns livros, vi filmes, viajei bem pouco [porque a grana revelou-se curtíssima], fui bem pouco à praia, vi gente, estreitei laços, aprendi algumas coisas sobre mim e minha relação com dinheiro.

Contrariando a regra estabelecida por mim, mudei móveis de lugar. Tirei a estante de livros do meu quarto e levei pra sala. A estante é bonita – estava perdida aqui – e estava entulhando o meu já entulhado quarto. Troquei a mesa de computador de lugar e – voilá! – temos um quarto mais arejado e espaçoso. Milagres que a tecnologia não explica.

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Comecei na academia faz um mês e pouquinho e, tal qual um passe de mágica, estou firme lá. Vou todo dia – ou quase – e saio mais animada e disposta. A academia é daquelas de ‘mulherzinha’. Os colchonetes são cor de rosa, a carga dos aparelhos só vai até cem quilos [e pra que eu vou querer mais, me digam?] e tudo lá tem enfeites lilás. Por que escolhi essa e não outra? Em primeiro lugar, pelo cheiro. Eu odeio cheiro de academia. Acho todas elas, sem exceção, fedidas. Lá é tudo cheirosinho, no banheiro tem produtos pro cabelo – leave in, reparador de pontas – hidratante e sabonete esfoliante. As professoras são atenciosas demais, nunca me deixam fazer um exercício sem dizer se estou na posição certa. Não tem muitas alunas nos horários em que vou, então é quase como se eu fizesse aula com uma personal. Não tem fila nos aparelhos, porque tudo é feito em circuito. Enfim, me encontrei. E já perdi quase 2 quilos.

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Ainda não acabei a tal revisão da tese. Na verdade, vou fazer só o basicão: ortografia, tirar passagens, incluir dados bibliográficos. O restante, as questões que surgiram durante a leitura, vou deixar para o pós-doc. São coisas difíceis; eu nunca poderia resolvê-las agora, então desisti. A entrega é dia 26/02. Adivinhem se vou ficar desesperada aos 45 min do segundo tempo? Rá.

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Agora tem um quadro de cortiça pendurado acima da mesa do notebook. Coloquei cartões postais e listas penduradas. Uma com itens urgentes. A outra, ‘long term’. Vou ‘ticando’ cada um deles, me sentindo feliz e tendo a doce ilusão de que sou uma pessoa pra lá de organizada. Uma adulta, afinal. Feliz Ano Novo, Cristiane.

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Ei, moço!

Faiz favô, embrulha dois desses que eu vou levar pra comer em casa, tá?

Hein? Corrente no pescoço? Onde??!!!

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Carnaval facts

Tirando a Madonna no Rio, o resto anda tudo igual, né?

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O ‘resto’: Intrépida Trupe fazendo estripulias na Sapucaí,

Intrépida Trupe

… alguma celebridade dando vexame [adooooooorooo],

Paris Hilton fazendo a pheena


e Luiza Brunet toda boa como sempre.

aço inoxidável

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Esqueci alguma coisa?

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